quarta-feira, 4 de maio de 2011

Três Mais Um

Naquele dia, eu ia ter a casa da Samanta para irmos jantar. Eu estava interessado nela, mas ela não estava nada interessada senão em sermos amigos. Como eu a amava, achei que conseguia aguentar.
Toquei à campaínha da casa dela, mas atendeu-me o rapaz que dividia a casa com ela, o Bruno. Como lhe disse quem era, ele abriu-me a porta e deixou-me entrar. Quando eu entrei no apartamento, vi um outro rapaz, de cabelos compridos, castanhos claros, que secava com uma toalha. Sorri-lhe e ele estendeu-me a mão
_Andrew. Sou o namorado do Bruno.  -falava com sotaque. Eu apertei-lhe a mão e perguntei ao Bruno se não estava a interromper alguma coisa, ao que ele respondeu que não. Já nos tínhamos conhecido há algum tempo, e sempre que eu ia a casa da Samanta, encontrava-o. Ele era bem disposto e falador. Naquele dia, sorria bastante. Encaminhou-me para a sala e eu sentei-me num dos sofás e acendi um cigarro. Ele estava já a fumar. O namorado dele provavelmente teria ido para o quarto, acabar de se limpar
_Nunca tinha visto o teu namorado. Ele é português?  -perguntei, para fazer alguma conversa.
_Não. É de Liverpool, mas vive em Portugal há um ano.  -entretanto, o Andrew apareceu na sala. Sentou-se entre mim e o Bruno e do cabelo dele desprendia-se um cheiro muito suave a shampô. Olhei para ele e achei que era realmente invejável, com aquele cabelo a cair-lhe ligeiramente sobre os ombros e os olhos verdes e os braços musculados. Talvez se eu fosse assim tivesse mais sorte com as mulheres. Ele deitou um dos braços para trás, de maneira a abraçar o Bruno e encostou a cabeça ao ombro dele. Olhou para mim
_Tens namorada ou namorado, Sérgio?  -perguntou-me, com um sorriso.
_Não. Gosto de mulheres, mas não tenho nenhuma.  -respondi-lhe.
_Weird. Com esse físico, não devia ser difícil.  -achei aquilo estranho e sorri. Mas o mais estranho foi que comecei a sentir o meu pau a ficar duro. Olhava para eles, muito juntos, e principalmente para o Andrew e o meu pau começava a crescer. Ele virou-se para o Bruno e disse
_He sure is gorgeous...  -depois, olhou para mim a rir e acrescentou -Se algum dia decidires experimentar homens, keep us in mind... -eu não percebi se ele falava a sério, mas aí mesmo o meu caralho ficou completamente duro e, quase sem dar conta, inclinei-me para ele. O sorriso desapareceu-lhe e, de repente, ficou sério. Estendeu aqueles braços fortes para mim e puxou-me para o seu colo. Com a mesma mão, como se adivinhasse, começou a esfregar-me o pau por cima das calças. O Bruno baixou logo a cabeça e beijou-me com força. Comecei a gemer. Sentia muito prazer e não sabia porquê.
O Andrew parecia não querer perder tempo e desapertou-me logo o cinto e baixou-me as calças e os boxeurs. Assobiou ligieramente quando viu o meu pau já tão duro
_Está bem duro, como eu gosto! -disse, para o Bruno e baixou a cabeça. Começou a chupar-me, bem até ao fundo. As mulheres por norma não me chupavam até ao fundo, porque a minha pila ainda é bastante grande, mas o Andrew chupava-me bem até à base, fazendo uso da língua e soltando gemidos de prazer. Eu estava a adorar e, entretanto, o Bruno desapertou as calças dele também, deixando o seu piço junto à minha cara, para eu chupar. De repente, pareceu-me que tinha que o fazer a abocanhei-o. Pensei em chupá-lo devagar, mas quando tinha aquele cacete na minha boca, soube-me tão bem que comecei a ir bem depressa. Senti depois o Andrew a parar de me chupar, mas eu não parei de chupar o namorado dele. Ouvi-o dizer
_Ele está a gostar...   -e riram os dois baixinho, ao que o Andrew acrescentou, pousando-me a mão na cabeça e empurrando-a bem com força contra o membro do Bruno -Também, com uma pila como a tua, who wouldn't?
Só parei de chupar quando percebi que o Andrew estava a desapertar as calças dele também. Eles levantaram-se, deixando-me sentado no sofá e despiram-se de pé. Ficaram completamente nus à minha frente. Ambos tinham piças bem grandes e a do Bruno também era muito grossa. Aproximaram-se de mim e eu fiquei de cabeça perdida, pois queria chupá-los logo. Chupava um e punhetava o outro, e ia trocando, até que eles começaram a tentar empurrar os seus caralhos ao mesmo tempo para a minha boca. Eu abri imenso, o mais que pude, e ainda consegui apanhar com os dois ao mesmo tempo. Aí, eles começaram a empurrar os piços para dentro da minha boca e eu gemia como um doido, enquanto me punhetava a mim mesmo.
Depois disso, eles levaram-me para o quarto, onde acabaram de me despir e me chuparam os dois ao mesmo tempo, o que eu também adorei. Foi o Bruno quem me perguntou
_Qual dos dois queres que te fure?  -eu adorei aquela palavra, fiquei super excitado, mas não conseguia decidir. Olhava para eles e via aqueles cacetes enormes e não sabia com qual queria apanhar primeiro. Assim sendo o Bruno decidiu que seria o Andrew a furar-me. Puseram-me de quatro em cima da cama e o Bruno sentou-se mesmo junto à minha cabeça, agarrando na piça, como a dizer-me que eu ia chupá-lo em breve, e o Andrew ficou atrás de mim, a meter-me os dedos com lubrificante, arrancando-me gritos. Doía-me imenso sentir aqueles dedos a entrarem pelo meu cu onde nunca tinha entrado nada, mas ao mesmo tempo, eu olhava para trás e via o piço do Andrew ainda mais teso do que estivera até ali e queria muito apanhar com ele, senti-lo rasgar-me e a dar-me com força. Pouco depois, ele começava. Enfiou primeiro a cabeça do seu pau no meu cu e eu gritei imenso. Pareceu-me que até via mal, mas olhava para trás e dizia
_Sim, sim, mete toda.  -ele sorria, com um sorriso safado, e enfiava mais. Doía-me como nada me doera na vida, mas eu queria aquela dor e aquele prazer. Sempre que eu pensava que já estava toda lá dentro, ele enfiava mais e mais a pila, que realmente era enorme. Por fim, começou a foder-me e eu chupava com força o Bruno.
_Gostas de levar com aquele caralho enorme?  -dizia-me ele. E eu levantava a cabeça do seu piço e respondia que sim. E logo ele me empurrava a cabeça de novo para o piço. Ficámos assim durante imenso tempo. No princípio doía-me aquele caralho a entrar e a sair de mim com tanta fúria, mas quanto mais fazia, mais gostava. Quando ele parou, disse para o Bruno
_Your turn.  -o Bruno, sem sequer olhar para mim, levantou-se e trocou de lugar com o namorado. A piça dele doeu-me ainda mais a entrar, porque era mais grossa. Os meus gemidos transformaram-se mesmo em gritos, que o Andrew sufocou beijando-me bem forte. Quando, por fim, o Bruno já tinha a piça toda dentro de mim e começou a foder-me, bastante mais depressa do que o Andrew, este empurrou-me a cabeça para o cacete dele, que enfiei logo na boca, a adorar.
Foi assim mesmo que se vieram: o Bruno no meu cu e o Andrew na minha boca. Nem sequer me perguntaram se eu me importava. Quando dei por isso, o Andrew pressionava-me a cabeça para o seu cacete e não me deixava levantar e eu tinha a boca completamente inundada com aquela esporra espessa e deliciosa.
O Bruno rebolou para o meu lado e beijou-me logo, sentindo ainda o sabor da esporra do namorado na minha boca
_It´s not over yet... -disse o Andrew. E, logo de seguida, colocou-se de quatro, de costas para mim. Queria que eu o fodesse. Entrei nele depois de lhe lamber o cu e de lhe enfiar os dedos com gel. Ao lado, o Bruno já se punhetava a ver-me comer o cu do namorado dele. Fodi-o com toda a força que consegui durante imenso tempo e ele olhava para trás, fazendo um sorriso muito safado e dizia
_Yeah, yeah, fuck me, fuck me hard, c'mon, harder...  -parecia nunca estar satisfeito, puxava por mim e eu fodia-o como nunca fodera nenhuma mulher, e era óptimo. Disse-lhe ao ouvido que estava quase a vir-me e ele mandou-me sair. Deitou-se ao lado do Bruno e mandou-me vir na cara deles. Fiquei de joelhos e vim-me em grande, molhando as caras dos dois com a minha esporra, que eles lamberam da cara um do outro.
Pensei que tudo tivesse terminado aí, porque eles se levantaram. Mas, depois, o Bruno olhou para mim e disse-me
_Não sei se queres ficar por aqui. Nós vamos à casa em frente.
_O que há na casa em frente? -perguntei.
_Vive lá o meu primo Mateus. Eu e o Andrew costumamos ir foder com ele. Se quiseres, podes vir também. -eu respondi que iria, claro.
_Not too bad for a first time, right? Three guys at once!  -comentou o Andrew, com o mesmo sorriso safado. E, mesmo nu, saiu do quarto e foi abrir a porta do apartamento. Ouvi-o tocar à campainha do apartamento em frente
_Eu e o meu primo já fodemos um com o outro desde putos. Por norma, os meus namorados passam por ele, e os dele por mim...  -explicou o Bruno, levantando-se. Eu segui-o e nus passámos ao vestíbulo. A porta do apartamento em frente abriu-se e apareceu o primo do Bruno. Também era um rapaz muito bonito, com o cabelo preto e os olhos pretos também, alto e atlético. Mandou-nos entrar. O Bruno apresentou-me e o Mateus cumprimentou-me com um beijo na boca, que me excitou.
Mandou-nos ir para o quarto. Os três sentámo-nos na cama e ele, sem perder tempo, começou a despir-se. Tinha um corpo bastante musculado e um cacete ainda maior do que o do Bruno e o do Andrew. Estava já duro e veio na minha direcção. O Andrew empurrou a minha cabeça e fez-me chupá-lo bem depressa. O Mateus gemia como um doido e depois empurrou-me para cima da cama com violência. O Bruno virou-me de costas. Virei a cabeça para ver o que eles faziam. O Andrew começou a enfiar-me os dedos com vaselina enquanto o Bruno chupava o primo também bem depressa. Depois, espalhou-lhe vaselina no pau e ele deitou-se sobre mim. O piço dele parecia de ferro e entrou no meu cu todo de uma vez, o que me doeu imenso. Pedi-lhe que saísse, mas pareceu que isso ainda o excitou mais porque começou a foder-me à bruta. O Bruno ficou de pé sobre a cama e vi o Mateus começar a chupá-lo, enquanto o Andrew se punha à minha frente para eu o chupar a ele. Depois, o Bruno veio sentar-se ao lado dele e tive que os chupar aos dois. Fiquei louco de prazer, com um caralho a foder-me o cu, enquanto eu chupava mais dois ao mesmo tempo. O Bruno levantou-se depois e senti o cacete do Mateus a sair de mim. E logo o cacete do Bruno começou a foder-me. O Mateus veio dar o caralho dele de mamar ao Andrew. Fiquei muito excitado de ver a boquinha perfeita do Andrew a mamar naquele caralho descomunal e, para poder ver, em vez de o chupar, punhetei-o. Enquanto isso, o Bruno fodia o meu cu a toda a velocidade. O meu cu latejava, doía-me, mas eu não conseguia deixar de sentir prazer. O Bruno chamou o Andrew, que a custo tirou a piça do Mateus da boca e veio tomar o lugar do Bruno no meu cu. Era o terceiro a foder-me, todos seguidos e eu perguntava-me até quando é que eu aguentaria. Mas sentia imenso prazer.
Em vez de virem dar-me a mim de mamar, o Mateus e o Bruno deitaram-se ao nosso lado. O Bruno deitou-se com a barriga para cima e levantou as pernas. O Mateus enfiou o caralho dele no cu do primo e começou a fodê-lo com a mesma brutidão com que me fodera a mim. O Bruno gemia e fazia um sorriso de prazer que me excitava mais ainda.
Logo a seguir, o Mateus tirou o caralho do cu do Bruno e veio metê-lo no meu cu outra vez, e o Andrew passou para o cu do Bruno.
A certa altura, eu sentia um caralho a sair do meu cu e outro a entrar e já não sabia de quem era. Só sabia que queria que me fodessem mais e mais e mais, porque estava a adorar e só lamentava não ter começado mais cedo. Fiquei ali deitado a ser fodido durante o que me pareceram ser muitas horas, pois na janela se via que já anoitecera.
Por fim, olhei para trás e o Bruno tirava o seu cacete do meu cu. Pensei que outro se ia meter, mas não. O Mateus mandou-me sentar na cama. Sentei-me. Fiquei à espera de ver o que ia acontecer.
O Bruno deitou-se à minha frente com a barriga para cima. O Andrew sentou-se logo, enfiando rapidamente o pau do Bruno no seu cu. Ficou parado. Eu ia rebentando de tesão quando vi o Mateus, de costas para ele, enfiando também o seu pau no cu do Andrew. O Andrew gemia e soltava outra vez aquele sorriso safado. Olhava-me nos olhos, mordendo o lábio inferior. Em cima dele, o Mateus dava-lhe no cu com força, fazendo com que também o Bruno gemesse como um doido. Não resisti e levantei-me, para ver de trás. Comecei a punhetar-me com força quando vi mesmo os caralhos do Bruno e do Mateus metidos ao mesmo tempo no cu do Andrew.
Quando voltei à frente, o Andrew chamou-me com o dedo. Aproximei-me e ele desatou a chupar a minha piça como um doido. O Mateus, a fodê-lo na maior, avisava-me que não me viesse.
Dali a pouco, os dois saiam do Andrew e ele deitava-se, com a barriga virada para cima. Percebi que os três teríamos que nos esporrar para a cara dele e foi isso que fizémos. O Mateus veio-se primeiro, deixando uma quantidade inacreditável de esporra que ia desde o queixo à testa do Andrew. Depois o Bruno, que fez pontaria para a boca bem aberta do namorado. E, por fim, eu vim-me imenso, deixando-lhe uma camada grossa de esporra nas bochechas e na boca.
Logo os três nos baixámos para lamber o que o próprio Andrew não conseguiu lamber.
Eles abraçavam-se e apalpavam-se. Depois, olharam para mim.
_O Sérgio é hetero. Ou era... - explicou ele ao Mateus.
_E que tens a dizer-nos? -perguntou o primo, enquanto massajava o seu próprio cacete.
Eu fiquei calado durante algum tempo. Depois respondi
_Quando é que posso voltar a encontrar-vos?

Lisboa, 13, 14 e 15 de Março de 2009

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